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El nuevo Observatorio de Igualdad de Género en la Cultura presenta su Plan de Trabajo para 2019

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  • El objetivo del Observatorio es impulsar la presencia de las mujeres en todas las manifestaciones culturales y en puestos de responsabilidad
  • Entre sus prioridades, el plan propone enriquecer las estadísticas culturales y el desglose por sexo para mejorar la visibilidad femenina en el sector
  • El Plan de Trabajo cuenta en 2019 con un presupuesto aproximado de 45.000 € para su desarrollo, si bien se destinarán también recursos propios del Ministerio de Cultura para llevarlo a cabo

Fuente: Ministerio de Cultura y Deporte de España

se ha presentado el Observatorio de Igualdad de Género en el ámbito de la Cultura, creado por el Ministerio de Cultura y Deporte junto con las asociaciones más representativas de las Mujeres en la Cultura, en febrero de este año, para continuar la tarea de la anterior Comisión de Igualdad de Género de la Secretaría de Estado de Cultura. En este encuentro, en el que han participado el ministro de Cultura y Deporte, José Guirao, y representantes de estas asociaciones que integran el Observatorio: la Asociación de Mujeres en las Artes Visuales –MAV-; la Asociación de Mujeres Cineastas y de Medios Audiovisuales -CIMA-; la Asociación Clásicas y Modernas y la Asociación de Mujeres en la Música, se ha presentado el Plan de Trabajo para 2019 que está enfocado en el desarrollo de diversos informes y manuales de buenas prácticas para abordar la cuestión de género en el sector cultural, así como un mapeado que incluya a las personas expertas en género y cultura a nivel nacional.

El objeto del Observatorio es el impulso de la presencia de las mujeres y de la igualdad de oportunidades en todas las manifestaciones culturales y en puestos de responsabilidad competencia del Ministerio de Cultura y Deporte. Para cumplir este objetivo, el Observatorio analizará la información en materia de género para detectar situaciones de desigualdad y establecer medidas correctoras, propiciará la producción artística y la representación femenina en las distintas manifestaciones culturales, impulsará la elaboración de censos de expertas en igualdad de género y cultura, y promocionará el trabajo de las mujeres y su participación equilibrada en jurados y órganos de valoración.

Informes, mapas de expertas y manuales de buenas prácticas

El Plan de Trabajo que ha presentado el Observatorio propone desarrollar diversos estudios e informes, así como mapas de la situación y manuales de buenas prácticas para abordar todos los sectores de la cultura.

En este sentido, a propuesta de todas las asociaciones que forman parte del Observatorio en la actualidad, se elaborará un primer estudio sobre la Aplicación de la Ley de Igualdad en el ámbito de la cultura, que permitirá valorar su cumplimiento en los espacios públicos y, en su caso, proponer medidas de mejora. Este informe se abordará desde la Dirección General de Industrias Culturales y la Dirección General del Libro y Fomento de la Lectura.

Por otro lado, las distintas direcciones generales del Ministerio de Cultura y Deporte elaborarán estudios detallados en sus diferentes ámbitos de actuación como son el estudio dedicado al papel de las mujeres en el ámbito del Patrimonio Cultural Inmaterial (II Fase) que desarrollará la Dirección General de Bellas Artes; el Mapa de autoras en bibliotecas públicas y el Corpus de buenas prácticas en acciones con perspectiva de género en bibliotecas públicas, de la Dirección General del Libro y Fomento de la Lectura, en colaboración con las comunidades autónomas.

El Instituto de la Cinematografía y las Artes Audiovisuales (ICAA) firmará por su parte un Informe sobre necesidades preliminares de información para abordar un estudio de impacto de género en el sector audiovisual, el Estudio sobre igualdad de género en la cinematografía y las artes audiovisuales y un Manual de buenas prácticas en igualdad de género en el ámbito audiovisual, que desarrollarán en colaboración con las comunidades autónomas, en el marco de la Comisión interterritorial de cinematografía y artes audiovisuales creada dentro de la Conferencia Sectorial de Cultura.

Del mismo modo, el Plan incluye un Estudio sobre la igualdad de género en la industria de la música (encargado por la asociación Mujeres de la Industria de la Música, en aplicación de una subvención otorgada a tal efecto por el INAEM).

Enriquecer las estadísticas culturales y mejorar la visibilidad de la mujer

Entre las prioridades del Plan de Trabajo 2019 está la mejora de la información, básicamente estadística, y de los informes y planes elaborados desde el Ministerio Cultura y Deporte, con una perspectiva de género. Así, se publicará un boletín bimensual con explotaciones de datos estadísticos sobre los distintos sectores de la cultura. Esta reformulación y enriquecimiento de las estadísticas culturales y la incorporación de desgloses por sexo permitirá tener un retrato más fiel de la realidad del sector, permitiendo una actuación más efectiva en cada caso.

El Plan de Trabajo cuenta en 2019 con un presupuesto aproximado de 45.000€ para su desarrollo, si bien se destinarán también recursos propios del Ministerio de Cultura para llevarlo a cabo.

Miembros


Pós-verdade e pós-falsidade por Carlos Vogt

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ComCiência LABJOR. Pós-verdade é mais um conceito-coringa, próprio da contemporaneidade, como pós-modernidade, e outros pós que virão. Diz tudo e diz nada, porque é feito da confusão entre o que se transforma, por conhecer, e a transformação do conhecimento na banalidade de receitas de autoajuda epistemológica. Mas é, ele próprio, derivado, entre outras coisas, da mudança de paradigma científico que se deu ao longo do século XX, com ênfase na substituição de um modelo ontológico de verdade por um modelo probabilístico.

O processo do conhecimento é dinâmico. As diferentes ciências ou formas de conhecimento vão desenvolvendo novas metodologias, vão incorporando instrumentos, artefatos, equipamentos e tecnologias que permitem grandes avanços e abrem novas possibilidades de desenvolvimento. Todos eles vão modificando esse enorme campo, ao qual não pertencem propriamente. Uma parte pertence àquilo que é próprio do campo estruturado da ciência – ou do conhecimento organizado –, outra é residual em relação a esse campo em cada momento histórico.

É a ideia da epistemologia de [Charles Sanders] Peirce, na qual se tem o signo, o interpretante e o conjunto de interpretantes e estes vão ampliando o campo das condições de modificação do próprio conhecimento contido no objeto estruturado da ciência ou de um conhecimento organizado. É um pouco a ideia da epistemologia do começo do século XX, sobretudo depois da filosofia da linguagem e da linguística: a ideia de que é possível transferir para as ciências humanas os princípios de organização do objeto do conhecimento, do objeto da ciência. De que se pode criar esse objeto, dar a ele status epistemológico e, por meio do objeto, simular o fenômeno. Quanto maior a capacidade de simulação do objeto, mais compreensiva, explicativa e preditiva é a ciência, e assim por diante. Então essa dinâmica supõe de fato uma dinâmica de transformação.

O modelo positivista sobre o qual se assentou o conhecimento desenvolvido no século XIX tem origem no século XVIII, no racionalismo iluminista. Esse modelo positivista considera a verdade de forma absoluta, a ponto de permitir que daí derive uma ideologia da crença na verdade científica, uma crença praticamente religiosa. A igreja positivista acabou levando a isso. Isto é, com o desenvolvimento da matemática, da lógica modal, ela foi sendo posta em xeque, até a formulação dos modelos científicos decorrentes em parte das grandes transformações provocadas pela própria ciência: o relativismo de Einstein, a física quântica, enfim, tudo o que se pensava já ser conhecido, já estar definido, determinado. O mundo aristotélico em vigência, as leis da mecânica, Newton, tudo o que se dava por resolvido não o estava mais. Havia Max Planck, havia a teoria quântica, havia as partículas, a física, e isso mudava tudo. Do ponto de vista do conhecimento, essas mudanças acompanham as grandes transformações culturais e artísticas do começo do século XX e alteram os paradigmas da ciência, ou seja, da verdade considerada de forma absoluta, como um fim alcançável. Cai a ideia de que a verdade está no mundo e de que é preciso, então, descobri-la no mundo.

Seria necessário substituir essa noção por uma visão inteiramente estatística, probabilística. Você apenas se aproxima da verdade, mas não a alcança a não ser por eliminação das hipóteses que vão se demonstrando falsas e, assim, possibilitando um conhecimento maior das estruturas intelectuais que permitem conhecer o mundo. Em momento algum se está falando do mundo; está-se falando do conhecimento do mundo e das condições de produção desse conhecimento, das estruturas intelectuais, das estruturas mentais. Como se apreende, como se descobre isso? Quanto mais você fala do mundo, mais está falando de você. Isso muda tudo, na ciência e em tudo mais. A psicanálise, no final do século XIX, começo do XX, surge com uma força – que eu diria arrasadora – em relação aos modelos de tratamento da mente, a tudo o que se conhecia na época, mesmo em relação ao que o próprio Freud tinha ido estudar com Charcot. Tudo isso, na dinâmica do conhecimento, integra campos que fundamentam o nascimento da psicanálise.

Psicanálise e literatura são inseparáveis, pois ambas nascem exatamente do exercício da imaginação. Isso é bonito e instigante, sobretudo para um homem que, a partir da fabulação do mundo, se esforça por construir um modelo de interpretação. É algo extremamente poético, de uma enorme força explicativa, e que tem como princípio ou célula de organização a metáfora e as figuras de linguagem de modo geral – de fato, principalmente a metáfora. Assim, é uma visão analógica do mundo. E, sendo analógica, se contrapõe, epistemologicamente, às construções de interpretações do mundo e de nós mesmos ditas digitais, todas elas baseadas na lógica binária.

A ciência tem um compromisso não só com a demonstração, mas também com a experimentação. Quando se diz que a física é uma ciência experimental, isso tem muita força; significa que se pode demonstrar a verdade de um fenômeno, de uma análise, e também que isso pode ser simulado em laboratório. Pela simulação, pela experimentação, você consegue avaliar as consequências de um projeto. A dinâmica desse processo mexe com os campos do conhecimento, porque você amplia o objeto, ou amplia o que pode caber no objeto estruturado do conhecimento e da ciência. Quanto mais você amplia o objeto, mais aumenta o residual. Não que o residual se esgote, pois o fenômeno é inesgotável, quer dizer: nossa tarefa está fadada a não se completar. Não se trata de fracasso, mas estamos fadados a não conseguir completá-la, porque, quanto mais incorporamos, maior é o residual que produzimos, e é o residual que constitui a nossa atração e o nosso fascínio por aquilo que conhecemos.

Há um processo de transformação que se acelera até por causa das tecnologias que foram sendo incorporadas às pesquisas, às formas de produção do conhecimento. Por exemplo, a ressonância magnética – o avanço que ela trouxe à neurociência! O que a genômica e a proteômica avançaram com a bioinformática! É extraordinário. São instrumentos que surgem e modificam a capacidade de domínio do conhecimento nessas áreas.

Há também a dinâmica desse processo. Daí os modelos explicativos sofrerem eles próprios uma constante transformação. Essa dinâmica tem a ver com aquela história de que não se prova a verdade. O máximo que se consegue é provar a falsidade de uma proposta, de uma hipótese. O trabalho se dá sempre por aproximação da verdade, o que relativiza tudo. Mas não é que a ciência tenha abdicado do propósito de dominar o conhecimento. Ela talvez tenha renunciado à ideia de que o conhecimento seja ele próprio uma representação objetiva de leis que estão no mundo. E se essas leis dizem respeito a estruturas intelectuais com as quais nós entendemos e compreendemos, então a psicanálise adquire um papel mais importante ainda nesse processo.

Pós-verdade é mais um conceito-coringa, próprio da contemporaneidade, como pós-modernidade, e outros pós que virão. Diz tudo e diz nada, porque é feito da confusão entre o que se transforma, por conhecer, e a transformação do conhecimento na banalidade de receitas de autoajuda epistemológica. Mas é, ele próprio, derivado, entre outras coisas, da mudança de paradigma científico que se deu ao longo do século XX, com ênfase na substituição de um modelo ontológico de verdade por um modelo probabilístico.

Talvez uma forma de relativizar o exagerado relativismo do conceito de pós-verdade seja, por liberdade no jogo de expressão, contrapô-lo ao seu par simétrico – pós-falsidade – e, desse modo, estabelecer e explorar algum parâmetro intelectual que permita tentar tratá-los como categorias do pensamento com algum poder explicativo.

*Reaproveito, neste texto, algumas passagens da entrevista que concedi à Revista Brasileira de Psicanálise, vol.42, n.1, São Paulo, março de 2008, p. 15-27.

A ComCiência é uma publicação eletrônica que trata de assuntos ligados a todas as áreas das ciências e é produzida pelo Labjor-Unicamp em parceria com a SBPC e com o apoio da Fapesp.

Postverdade


Universidad, policentro del sistema de innovación

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Por Pedro Pablo Burbano

Profesor Asociado de la Escuela Superior de Administración Pública, Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Universidad Los Libertadores.

América Latina debe canalizar esfuerzos para que la universidad se convierta en el eje principal del sistema de innovación nacional y regional de manera real y no ficticia. Su dinámica formativa e investigativa, para nuestro caso latino, indica que los mayores avances científicos y tecnológicos han provenido de sus claustros. Existen suficientes razones para enfatizar en este aspecto. Veamos:

1.- La ciencia, la tecnología y la innovación han transmutado el mundo en la medida en que la universidad y su talento humano se las ha apropiado y las ha utilizado para la transformación social y económica de la sociedad. Vehículos con mejores rendimientos, construidos con material resistente y reciclable; comunicación de manera instantánea con la mayoría de los lugares del mundo; Internet al alcance de todos y ofreciendo ofertas de conocimientos para todos los gustos e intereses; vuelos espaciales comerciales que permiten adquirir pasajes para visitar la luna y conocer el planeta tierra desde el espacio sideral; vuelos interoceánicos con todas las comodidades y con las posibilidades de conocer el mundo en ocho días y no en ochenta; nanotecnología capaz de crear escenarios inimaginados por la mente humana en todo aquello que tiene que ver con la salud y la vida; hogares modificados por automatismo, conectividad, teletrabajo, cine, videos, televisores, etc. Estas transformaciones se han logrado porque la universidad y una comunidad de científicos, interpretando necesidades académicas, sociales, económicas, empresariales, y apoyados por instituciones públicas y privadas, han emprendido acciones individuales y grupales con el fin de contribuir a mejorar las condiciones de vida de la sociedad.

2.- Los sistemas nacionales y regionales de innovación han sido objeto de investigaciones a nivel internacional, como una respuesta al modelo lineal de innovación, el cual hace parte del modelo interactivo de innovación, cuyos representante más visibles son: Freeman (1987), Dosi et al. (1988), Porter (1990), Lundval (1992), Nelson (1993), Edquist (1997), Koschatzky (1997). El sistema nacional de innovación podría definirse, según Freeman (1987), como: «la red de instituciones, del sector privado y público, cuyas actividades e interacciones inician, importan, modifican o divulgan nuevas tecnologías», en donde la dinámica interna y externa permite retroalimentación permanente entre las administraciones públicas, las empresas, las universidades, organismos públicos de investigación, y diversas instituciones que conforman el entorno social, económico y político (citado por Buesaet al, 2002: 70). En este arco teórico, la universidad juega un papel destacado e imprescindible para provocar innovaciones y desarrollo sostenible.

3.- En el sistema de innovación, las universidades y el talento humano se convierten en el eje vertebral más importante por cuanto:

• La universidad sustenta la sociedad del conocimiento en la medida en que forma talento humano acorde a las exigencias sociales, económicas y políticas de un mundo cada vez más globalizado y permeado por la productividad y competitividad. Así mismo, al articular la I+D+i al contexto regional, nacional e internacional y generar soluciones a los problemas que padece la sociedad, la universidad es fuente de creación, adaptación y difusión de conocimientos encarnados en diversas innovaciones.

• Los procesos de enseñanza e investigación nuclean ambientes para la innovación científica, tecnológica, social, cultural, política y económica, haciendo de su misión una realidad cambiante, adaptando sus programas académicos y de investigación a las pretensiones del mundo moderno.

• La investigación básica permea los quehaceres de la academia y la transformación social.

• Las universidades proporcionan visibilidad internacional a través de sus publicaciones, sin las cuales, varios países de América Latina quedarían excluidos de esta importante exigencia internacional. Por ejemplo, en Colombia, lo mismo que en Chile, aproximadamente el 87% de las publicaciones se deben a la universidad (Consejo de Rectores, 2008: 19).

• Facilita escenarios y crea ambientes culturales capaces de pasar del aprendizaje y formación temporales, a la formación y aprendizaje a lo largo de toda la vida.

4.- Por tanto, la universidad, en el contexto del sistema de innovación, se convierte en epicentro de fuerzas que confluyen con el fin de optimizar el bienestar de la sociedad. Las universidades formando, investigando e innovando; el sistema productivo e industrial brindando oportunidades de empleo, acrecentando la productividad y competitividad, como también alcanzando rendimientos financieros para sus accionistas; las administraciones publicas asumiendo el liderazgo que le corresponde en materia legislativa, política, financiera, servicios públicos e infraestructura; los organismos públicos de investigación cumpliendo labores de creación y transformación de conocimientos y apoyando los procesos productivos, sociales y económicos de la sociedad; las diversas instituciones y organizaciones asumiendo derroteros que impulsen el desarrollo sostenible local, regional y nacional; el sistema de I+D+i, al contar con la infraestructura necesaria y el talento humano suficiente, dinamizando la economía, optimizando la salud, orientando la toma de decisiones, involucrándose en los procesos de innovación que conlleven a un bienestar humano. Es decir, los sistemas de innovación y las actividades innovadoras requieren un ambiente de intercambios virtuales y físicos, encuentros de investigadores y empresarios, conocimientos científicos y tecnológicos, servicios especializados, recursos financieros y capacidad de gestión, y un Estado inmerso en este ambiente de cultura innovativa para generar todo tipo de sinergias (Heijs y Baumert, 2006: 6), papel que puede cumplir a cabalidad la universidad.

Referencias bibliográficas:

BUESA, M.; BAUMERT, T.; HEIJS, J.; MARTINEZ, M. (2002): Los factores determinantes de la innovación: un análisis econométrico sobre regiones españolas, Instituto de Análisis Industrial y Financiero, Universidad Complutense de Madrid, en Economía Industrial, nº 347, vol. 5, pp. 67-84.

DOSI, G., FREEMAN, C., NELSON, R.R., SILVERBERG, G., SOETE, L.L.G. (Eds.) (1988): Technical Change and Economic Theory, Londres, Pinter Publisher.

EDQUIST, C. (1997): Systems of innovation. Technologies, Institutions and Organizations, Londres.

FREEMAN, C. (1987): Technology Policy and Economic Performance: Lessons from Japan, Londres, Pinter Publisher.

HEIJS, J. y BAUMERT, T. (2006): Política regional de I+D e innovación en Alemania: lecciones para el caso Español, documento de trabajo No. 63, Edita: Instituto de Análisis Industrial y Financiero. Universidad Complutense de Madrid, Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales, Campus de Somosaguas. Disponible en: http://www.ucm.es/bucm/cee/iaif

KOSCHATZKY, K. (1997): Technology Based Firms in the Innovation Process. Management, Financing and the Regional Networks, Heidelberg.

LUNDVALL, B. A. (1992): National Systems of Innovation: towards a theory ofinnovation and interactive learning, Londres, Pinter Publisher.

NELSON, R. (Ed.) (1993): National Innovation System: a Comparative Analysis, Nueva York, Oxford University Press.


PORTER, M. E. (1990): The Competitive Advantage of Nations, Londres, MacMillan.

UNAM


Software Libre y Acceso Abierto: dos formas de transferencia de tecnología

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Hernán E. Sala y Pablo N. Núñez Pölcher

 

En este trabajo se realiza una breve cronología que abarca desde los inicios del Software Libre (SL) hasta la más reciente expansión del Acceso Abierto (AA) como criterio editorial. Como es de público conocimiento, o tal vez como debería serlo, en la última década el AA ha tenido una enorme difusión dentro de los más diversos contenidos digitales presentes en Internet, que van desde imágenes y textos de carácter científico-técnico hasta producciones artísticas. Se analizan las distintas modalidades de AA considerando sus ventajas y limitaciones, y se traza un paralelismo entre las motivaciones que impulsan y justifican la adopción del SL y del AA de forma general, y en particular en el ámbito académico y educativo. Además se analizan los motivos por los cuales debería entenderse como una obligación ética la adopción del AA en los trabajos y las publicaciones que surjan de investigaciones financiadas con fondos públicos. Finalmente, se consideran algunas de las ventajas que representa el uso del SL en la administración pública.

Palabras clave: información y desarrollo, transferencia de tecnología, publicación científica

This work offers a rough chronology that spans from the beginnings of the Free Software (FS) movement up to the formalization and recent adoption of the Open Access (OA) initiative as a new editorial criterion. As it is of public knowledge, or as it probably should be, OA has been increasingly adopted in the last decade by all sorts of digital content providers, covering diverse aspects such as works of science, technology and art. We have analyzed the different modalities of OA, considered its advantages and limitations, and traced a basic parallelism between the causes that drive and support the adoption of FS and OA in different areas, particularly in academic and educational communities. On the other hand, we have analyzed the arguments that postulate the adoption of OA as an ethical duty when publishing work produced in universities, institutes and agencies that are financed with public funds. Finally, we considered the advantages of the use of FS in the public administration.

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Key words: information and development, technology transfer, scientific publications

OA


La presencia científica en la Antártida, ¿solución o problema ambiental?

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Por Hernán Sala *

Instituto Antártico Argentino - Dirección Nacional del Antártico. Licenciado en Ciencias Biológicas (UBA, Argentina), diplomado superior en Políticas Públicas (UNSAM, Argentina).

 

El continente antártico, las barreras de hielo y los archipiélagos circundantes están regulados bajo un régimen jurídico-político especial denominado Tratado Antártico (TA). Desde su entrada en vigor en 1961, los 12 países signatarios originales se comprometieron a mantener la paz en la región y promover el desarrollo de actividades científicas dentro de un marco de estrecha cooperación internacional. Con el correr de los años, nuevos interesados fueron sumándose a esta causa: en el presente más de 50 países sostienen activamente la premisa original.

Si bien los objetivos del TA son altamente positivos desde una perspectiva ambiental (por ejemplo, prohíbe las explosiones nucleares y la eliminación de desechos radioactivos), el tratado contiene pocas manifestaciones explícitas acerca del cuidado de los seres vivos y del ambiente en general. Esto se explica a partir de su contexto de origen, la década del 50, cuando la problemática ambiental aún no representaba una prioridad en el derecho internacional. No obstante, sus disposiciones permitieron desarrollos normativos ulteriores. Al mismo tiempo que nuevos países se sumaban al TA, también se consolidaron otros acuerdos orientados a proteger distintos organismos tales como focas y aves. De todos ellos, el más sustantivo desde la perspectiva ambiental es el Protocolo de Madrid, en vigencia desde 1998. (1)

El Protocolo de Madrid establece de manera precisa cuáles son las pautas a seguir en temas de evaluación de impacto ambiental, gestión de residuos, áreas especialmente protegidas y protección de flora y fauna. Desde que fue puesto en acción, ha demostrado ser una herramienta suficientemente específica y a la vez amplia para gestionar una importante variedad de actividades que se desarrollan en la Antártida.

Sin embargo, algunos de los sucesos ambientales de los últimos años nos invitan a reflexionar. Uno de los cambios más evidentes y mejor documentados es el aumento de la temperatura del aire en superficie en el área de la Península Antártica. Tal incremento ha tenido un fuerte correlato en los hielos de la región: más del 80 % de los glaciares han reducido significativamente su área, su elevación o ambas. Aunque de manera menos formidable, también se han registrado incrementos en la temperatura del agua en los mares de Weddell, de Bellingshausen y en otras zonas marinas australes. A su vez, los eventos de fusión de la nieve que cubre la superficie del manto de hielo antártico occidental se han extendido notablemente, tanto en tiempo como en espacio, marcando una tendencia de escala casi continental. Una de las hipótesis más aceptadas sostiene que el origen de estos cambios esamente reciente en la circulación atmosférica del hemisferio sur.

Pareciera inevitable concluir que las medidas adoptadas no han sido suficientes para evitar estos fenómenos. Pero, ¿es realmente así? ¿Qué hubiera sucedido si no se hubiese dispuesto de los instrumentos normativos vigentes o si no se les hubiese dado cumplimiento efectivo? Sin duda la situación ambiental de la Antártida sería mucho más comprometida que la actual. De allí que pueda afirmarse que las medidas adoptadas dentro el área del TA han sido adecuadas y que -gracias a su cumplimiento- la Antártida aún continúa siendo un lugar relativamente prístino y bien conservado.

El Protocolo de Madrid cuenta con un mecanismo que permite su enmienda -en la medida que exista unanimidad entre todos sus miembros- y su adaptación al surgimiento de nuevas problemáticas. Mecanismos más o menos similares existen dentro de otros acuerdos que integran el STA. Sin embargo, más allá de este rasgo “evolutivo” y por cierto muy “saludable”, es necesario examinar si resulta necesaria una normativa ambiental antártica más estricta. A pesar de que el tema excede el espacio limitado de esta columna, reparemos ahora en algunos aspectos elementales para esbozar una respuesta sólida y basada en argumentos científicos.

En primer lugar, el hecho de que sea posible actualizar las normas relativas a determinados temas no constituye garantía de que todo incremento o “endurecimiento” de las regulaciones implique una incidencia directa, o siquiera incidencia alguna, en beneficio del medio ambiente antártico. Tomemos como ejemplo un asunto que ha generado cierto debate: la idea de reducir las actividades científicas que llevan adelante los países que realizan investigaciones en la Antártida.

Todos los años los países miembros del TA trasladan a la Antártida una cantidad de científicos, técnicos y logísticos que va desde un puñado hasta varios cientos e incluso, excepcionalmente, unos pocos miles. Visto con cierta parcialidad e ingenuidad, podría decirse que reducir la actividad científica en la Antártida traería aparejado un beneficio para su medio ambiente. Pero esta propuesta es cuestionable. ¿Qué sentido tendría reducir la actividad científica en la Antártida si al mismo tiempo ésta es visitada cada año por decenas de miles de turistas? Durante el verano austral 2007-2008, la actividad turística introdujo unas 50.000 personas dentro del área del TA. ¿Dónde se encuentra la racionalidad de una propuesta que pretende acotar una actividad sin proponer una medida equivalente para otra de mayores dimensiones y que ni siquiera redunda en beneficios reales para la humanidad en su conjunto? Recordemos además que la preservación de la paz y la libertad para realizar investigaciones constituyen el eje central del TA. Establecer restricciones a las actividades científicas que llevan adelante los programas nacionales -todas ellas dentro de la normativa del STA- sería entrar en contradicción con la propia esencia del tratado.

Otro aspecto es la propuesta de incorporar nuevas tecnologías que reemplacen o al menos reduzcan el uso de combustibles fósiles dentro del área del TA. Aunque desde ya estas tecnologías constituyen elementos deseables para su aplicación no sólo en la Antártida sino en cualquier otra parte del planeta, debemos preguntarnos si es posible revertir todos o algunos de los grandes cambios observados en la Antártida a partir del uso de tecnologías limpias. Desafortunadamente, la respuesta es negativa: las emisiones de gases de efecto invernadero que se producen en la Antártida como resultado de las actividades científicas son despreciables.

Muchos de los cambios mencionados ni siquiera tienen su origen dentro del área del TA. El Panel Intergubernamental sobre el Cambio Climático (IPCC, por sus siglas en inglés) advierte sobre el notable efecto amplificatorio que se produce en las regiones polares como consecuencia del cambio global. Las medidas necesarias para revertir o mitigar los principales cambios registrados en la Antártida exceden a lo que pueda realizarse dentro de sus límites. Este argumento no invalida ni resta importancia al problema. Los recursos de gestión vigentes en la Antártida admiten y proponen la adopción de medidas, pero siempre que sean científicamente fundamentadas. Acciones basadas sólo en buenas intenciones no contribuyen a proteger el medio ambiente antártico e incluso crean falsas expectativas, dispersan esfuerzos y generan frustración y confusión.

El STA está haciendo el mejor esfuerzo posible para la conservación del medio ambiente antártico y cuenta con mecanismos adecuados para mejorar sus herramientas de gestión. Sin embargo, no es posible exigirle que revierta tendencias globales que exceden sus límites geográficos y políticos. Para revertir estas tendencias -que tienen claros efectos sobre la Antártida- se requiere el cumplimiento de acuerdos más amplios. Antes que pensar en restringir la actividad científica en la Antártida o en endurecer la normativa ambiental sin un adecuado fundamento científico, es mucho más razonable solicitar que se brinde cumplimiento a otros acuerdos internacionales que exceden al STA y que lograrían un beneficio ambiental no sólo para la Antártida, sino para el planeta en general.

Notas al pie

* El autor agradece la lectura crítica y las sugerencias realizadas por la Lic. Patricia Ortúzar.

(1) Vale la pena aclarar que, cuando se hace referencia a todo el conjunto de herramientas políticas y de gestión, se suele utilizar la expresión colectiva Sistema del Tratado Antártico (STA), el cual incluye al propio TA, al Protocolo de Madrid y a otros acuerdos internacionales. 

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Internacionalización de la investigación y criterios de evaluación. ¿Hacia dónde se orienta la producción de conocimiento?

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Por María Soledad Oregioni

Becaria postdoctoral del CONICET (CEIPIL-UNCPBA), Argentina.

La internacionalización de la investigación se encuentra influenciada por diferentes aspectos sociales, políticos e institucionales, al mismo tiempo que incide sobre la dinámica de producción de conocimiento desde una perspectiva multidimensional. De acuerdo con la investigación empírica, se pudo observar que una de las dimensiones de la internacionalización de la investigación está compuesta por los criterios de evaluación que implementan los distintos organismos del sistema científico y tecnológico. En este caso se destaca la importancia que se le asigna al paper como elemento de evaluación, y las características que incrementan valor a las publicaciones (por ejemplo, que se publique en revistas pertenecientes al mainstream de la ciencia internacional) que trae correlacionada una serie de elementos o dimensiones que hacen a la producción de conocimiento: las agendas exógenas de investigación, la importación de técnicas de investigación y, consecuentemente, de equipos e instrumentos, que desvinculan a la investigación del contexto local y la tornan dependiente de los centros internacionales de producción de conocimiento.

Este debate no es nuevo en el campo de los Estudios Sociales en Ciencia y Tecnología, pero merece ser señalado dado que, en países como la Argentina, los organismos de ciencia y tecnología continúan fijando criterios de calidad en función de la comunidad científica internacional y por sobre las características sociales, culturales y económicas del contexto de investigación. Como se repite en el discurso de los investigadores: “Nos miden por las publicaciones que realizamos”, o “Para publicar en determinada revista es necesario dominar determinada técnica”. Y para eso se necesita tal equipo no disponible en el país, y por lo tanto se debe optar por comprarlo, adquirir servicios de consultoría, movilizarse hacia los centros de producción de conocimiento o incorporarse a redes de cooperación internacional para su utilización. Esta dinámica se reproduce principalmente en unidades de investigación del área temática de ciencias exactas y naturales’ y de ciencias biológicas y de la salud’. Pero además los criterios internacionalizados de evaluación se han incorporado en el área temática de las ciencias sociales y de las ingenierías y ciencias de los materiales, ya que se otorga mayor puntaje a aquellos investigadores que publican en revistas reconocidas a nivel internacional, alterando los patrones originales de producción y divulgación de conocimiento propias del campo.

En el caso de las ciencias sociales, se tiende a modificar el formato de publicación: de publicar en libros se pasó a publicar en revistas indexadas a nivel internacional y en idioma inglés, ya que, si bien en este campo temático los libros son más citados, no están indexados y por lo tanto no se contabilizan en ninguna base de datos. De la misma forma, en disciplinas como la informática, los investigadores priorizan la publicación de resultados, quedando sus investigaciones en la generación de prototipos que son llevados a productos en otros nodos de las redes internacionales de producción de conocimiento. Consecuentemente, es preciso tener en cuenta que existe una estrecha relación entre la integración de los científicos a la ciencia global con los criterios de evaluación que exigen la publicación de trabajos en las revistas internacionales, la participación en los congresos internacionales y proyectos en cooperación con centros de investigación, entre otros. Tal como advierte Pellegrino (2000): “El cumplimiento de estas pautas puede militar contra el desarrollo de la ciencia en el ámbito local, en la medida que para cumplir con los requisitos es necesario adoptar temas y modelos que no necesariamente coinciden con las prioridades nacionales”.

En la Argentina, en los últimos años se pueden observar cambios respecto a las políticas nacionales e institucionales de internacionalización de la investigación, a partir de los programas del CONICET de repatriación de científicos y las becas para estudiantes latinoamericanos, y de la política de internacionalización que implementó la Secretaría de Políticas Universitarias a partir del Programa de Promoción de la Universidad Argentina (PPUA), del Programa de Internacionalización de la Educación Superior y Cooperación Internacional (PIESCI), del fomento de redes entre universidades latinoamericanas y, más recientemente, del Programa “Hacia un Consenso del Sur para el Desarrollo con Inclusión Social”. Si bien dichos instrumentos son significativos para orientar la internacionalización de la investigación desde un punto de vista endógeno, resulta necesario que se contemplen y modifiquen las políticas de evaluación; de lo contrario, se siguen dando señales contradictorias en la orientación de la política científica.

De acuerdo a lo expuesto, entiendo que es necesario abordar la internacionalización de la investigación a partir de las políticas de evaluación, que son las que permiten a los científicos sostenerse y reproducirse en el sistema de investigación y consecuentemente se convierten en un mecanismo de control y disciplinamiento de las prácticas de producción de conocimiento. Asimismo, la integración de los científicos a la ciencia global debe ser abordada desde una perspectiva estratégica e integral, priorizando los vínculos con la región latinoamericana en pos de la resolución de problemas endógenos, contemplando que existen diversos conceptos sobre el desarrollo que exceden al desarrollo capitalista occidental y diferentes maneras de abordar la internacionalización de la investigación.

En este sentido, se torna necesario romper con la percepción arraigada a cierto sentido común que considera que toda la cooperación internacional es positiva. Consecuentemente es necesario construir un concepto de internacionalización solidaria que apueste al desarrollo endógeno de la región latinoamericana, dado que es inaceptable la convivencia de prestigiosas sedes académicas en el contexto de sociedades pauperizadas. Una forma de modificar este aspecto es revisar el criterio de calidad o “excelencia científica” que se ha fijado en relación a los criterios de evaluación que imperan en los países centrales, basados en la productividad, y que llevan a un camino conducente a la reproducción de los criterios tradicionales de producción de conocimiento fundados en una ciencia colonizada por problemas exógenos al contexto de investigación. En este sentido se debe contemplar la posibilidad de desarrollar criterios de “excelencia” en producción de conocimiento apropiados a las características sociales y culturales de la región latinoamericana, que excedan los parámetros de calidad que requiere la ciencia occidental y moderna. Esto de ninguna manera significa aislarse del mundo, sino  pensar la posibilidad de insertarnos en el concierto internacional con una mirada propia. Recién a partir de ese momento estaríamos en condiciones de hacer referencia a una cooperación internacional horizontal.

Referencias bibliográficas

Oregioni, M. S. (2014): “Dinámica de la Internacionalización de la Investigación en la Universidad Nacional de La Plata”, tesis de doctorado en ciencias Sociales y humanas, Universidad Nacional de Quilmes.

Kreimer, P. (2011): “La evaluación de la actividad científica: desde la indagación sociológica a la burocratización. Dilemas actuales”, en Propuesta Educativa, vol. 20, nº 36, pp. 59-77.

Pellegrino, A. (2000): “Drenaje, movilidad, circulación: nuevas modalidades de la migración calificada”, Actas del Simposio sobre Migración en las Américas, CEPAL- OIM, San José de Costa Rica, 4-6 de septiembre. Publicado en Notas de Población, nº 73, septiembre de 2001, pp. 129-162.

Conoocimiento


La integración regional centroamericana en ciencia, tecnología e innovación: un nuevo desafío

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Econ: teor. práct  no.40 México ene./jun. 2014

Mónica Casalet Ravenna* y Edgar Buenrostro Mercado**

* Profesora-investigadora de la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO), sede México. Correo electrónico: casalet@flacso.edu.mx.

** Investigador del Fondo de Información y Documentación para la Industria (Infotec), México. Correo electrónico: hector.buenrostro@infotec.com.mx.

Resumen

Este artículo identifica las capacidades institucionales y productivas adquiridas en varios países de Centroamérica, que fomentan la interacción nacional y crean condiciones favorables para lograr acuerdos que contribuyan a la integración regional en ciencia, tecnología e innovación. Las incipientes redes impulsadas por las políticas nacionales, las instituciones de educación superior, los centros de investigación y los agentes productivos de la región pueden contribuir a una nueva gobernanza que impulse la formación de un sistema regional de innovación. Para acrecentar la interacción nacional que apoye el desarrollo de un capital social y cognitivo regional en ciencia, tecnología e innovación es fundamental construir una agenda de trabajo conjunta y colaborativa que oriente la creación de instrumentos de financiamiento para nuevas actividades, además de estimular la consolidación de un entorno institucional capaz de fortalecer las capacidades de absorción de conocimientos y la articulación entre la ciencia y el sector productivo regional, para generar un proceso sostenido de innovación.

Palabras clave: sistema regional de innovación; región centroamericana; políticas en ciencia, tecnología e innovación; capacidades de absorción; redes y colaboración interinstitucional para una nueva gobernanza.

Clasificación JEL: O21, O38.

http://www.scielo.org.mx/pdf/etp/n40/n40a7.pdf


8 de marzo: Mujeres científicas en las Américas. Sus historias inspiradoras

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Mujeres científicas en las Américas. Sus historias inspiradoras incluye una serie de entrevistas realizadas a destacadas mujeres científicas de las tres Américas, que hablan de sus sueños y motivaciones, y de la historia detrás de sus increíbles logros en diversas ramas de la investigación científica y cómo tuvieron que superar numerosos obstáculos y desafíos.

Esta publicación se ha preparado en el marco del Programa Mujeres en la Ciencia de la Red Interamericana de Academias de Ciencias (IANAS); presenta entrevistas a 16 destacadas mujeres científicas de Academias y organizaciones afiliadas del continente, conducidas por periodistas que cubren los temas de ciencias en los distintos países.

Las 16 científicas entrevistadas son: Eugenia Sacerdote de Lustig (Argentina), Mónica Moraes R. (Bolivia), Mayana Zatz (Brasil), Marla B. Sokolowski (Canadá), María Teresa Ruiz (Chile), Ángela Restrepo Moreno (Colombia), María G. Guzmán (Cuba), Eugenia M. del Pino (Ecuador), Eugenia Kalnay (EE.UU.), Elfriede de Pöll (Guatemala), Silvia Torres de Peimbert (México), Mayra Luz Pérez Díaz (Nicaragua), Ruth Shady Solís (Perú), Idelisa Bonnelly (República Dominicana), Grace Sirju Charran (Trinidad y Tobago) y Deanna Marcano (Venezuela).

Mujeres científicas en las Américas. Sus historias inspiradoras puede descargarse la versión digital y gratuita en este enlace.

Aporte de Marta Macho Stadler es doctora en matemáticas, profesora del Departamento de Matemáticas de la UPV/EHU y colaboradora en ::ZTFNews y la Cátedra de Cultura Científica de la UPV/EHU.

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Historia de las Tecnologías de Información y Comunicación (1930-1970)

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Oscar Nicolás Alamo

  En la historia del desarrollo del conocimiento científico se pueden identificar distintos paradigmas. Hasta la primera mitad del pasado siglo XX el campo estuvo dominado por investigaciones de índole teóricas. Eran casi de exclusiva localización en ámbitos académicos, principalmente universidades, con escasos presupuestos. Por su parte, los experimentos de laboratorios y el desarrollo de tecnologías aplicadas se correspondían principalmente con iniciativas provenientes de las empresas privadas. Un cambio de paradigma, originado en la marcada incidencia del desarrollo científico-tecnológico a partir de la Segunda Guerra Mundial y su posterior acentuación en la Guerra Fría, tuvo un singular correlato en relación con el desarrollo de las denominadas tecnologías de información y comunicación (TIC). En una visión limitada del proceso histórico de construcción de conocimiento y desarrollo de tecnologías que soportan las TIC, numerosos autores dan comienzo a la era de la información, la sociedad del conocimiento, las sociedades pos-industriales. En muchos casos, lo que analizan o describen es sólo la historia de Internet, confiriendo a esta red de ordenadores digitales interconectados un carácter extraordinario que deja de lado un cúmulo de experiencias científico-tecnológicas que ha ocupado el amplio espectro de la institucionalización del desarrollo de conocimiento científico.

Palabras claves: industria militar, conocimiento, tecnología, TIC

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